terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Viajando no tempo
Apouco, com o álbum de fotografia deparo como o tempo toma a gente aos poucos. Tomam segundos, minutos, horas todos os dias. Percebo que não para, era pequeno, agora... Não sei, era criança descobrindo o mundo, agora... Não importa.
Ele constrói, destrói e cria novamente vidas de repente, em questão de minutos, ele muda o rumo das coisas em fração de segundo... Ele é tempo, diz à hora que devemos dormi, acorda sair... Determinamos nossas vidas de acordo com que o ponteiro caminha, sempre girando!
A fotografia, em questão de segundos ela para o tempo... Congela, revela o que de intrínseco está em cada imagem composta pelo cotidiano corrido... Concorrendo contra o tempo, ou em favor dele.
O documento que se forma da imagem registrada por uma maquina, carregado de ideologia, de sentimento se mostrando como uma memória externa a câmera como parte do corpo... Congelamos nossa infância, nossa espinha da puberdade, a primeira namorada... Para que nos lembrem de como as coisas eram e de como as coisas são. Ou seja, para que percebam que tudo um dia passa, mas que também não é o fim... E sim o começo do novo recomeça!
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