terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O mundo das artes...

foto: google, Expor" De Dentro Pra Fora, De Fora Pra Dentro"
O graffiti será Arte!? Apesar do preconceito ele é arte, é o colorido das ruas, a forma dos artistas dizerem que está ai... Pro mundo, pro muro. As intervenções que esses pintores modernos inserem na sociedade, colocam seus olhares para que outros vejam. Muitos não entendem, os chefes de nossas cidades mandam apagar as obras, manda calar as formas. Hoje é objeto de decoração, de invenção, de intervenção e o graffiti brasileiro é graffiti pro mundo inteiro!


A junção de criatividade sobre as paredes com colas, tintas, spray levam a intervenções super criativas onde não deixa nada a desejar as coisas produzidas pelos gringos. O que falta é espaço para artistas mostrarem seu talento, e em cidades do interior a coisas ainda é pior... Falto muito incentivo da parte do poder público, fazemos arte, mostramos parte porque não desistimos.

No ano que se passou, o MASP (Museu de Arte de São Paulo) realizaram a expor "De Dentro pra Fora, de fora pra dentro", convidando vários artistas de rua para retratar o espírito das ruas dentro do MASP. Grafiteiros como Titi freak, Zezão mostram seu trabalhos, fazendo do MASP a rua, as paredes brancas, como Muro, como tela!

É isso a arte de rua cada vez mais vem tomando espaço, deixando sua marca, fazendo seu retrato...

Viajando no tempo

Foto: Google

Apouco, com o álbum de fotografia deparo como o tempo toma a gente aos poucos. Tomam segundos, minutos, horas todos os dias. Percebo que não para, era pequeno, agora... Não sei, era criança descobrindo o mundo, agora... Não importa.


Ele constrói, destrói e cria novamente vidas de repente, em questão de minutos, ele muda o rumo das coisas em fração de segundo... Ele é tempo, diz à hora que devemos dormi, acorda sair... Determinamos nossas vidas de acordo com que o ponteiro caminha, sempre girando!

A fotografia, em questão de segundos ela para o tempo... Congela, revela o que de intrínseco está em cada imagem composta pelo cotidiano corrido... Concorrendo contra o tempo, ou em favor dele.

O documento que se forma da imagem registrada por uma maquina, carregado de ideologia, de sentimento se mostrando como uma memória externa a câmera como parte do corpo... Congelamos nossa infância, nossa espinha da puberdade, a primeira namorada... Para que nos lembrem de como as coisas eram e de como as coisas são. Ou seja, para que percebam que tudo um dia passa, mas que também não é o fim... E sim o começo do novo recomeça!